From lucaszelesco em outlook.com Thu Feb 20 09:43:18 2025 From: lucaszelesco em outlook.com (Lucas Zelesco) Date: Thu, 20 Feb 2025 12:43:18 +0000 Subject: [EtnoData] Artigos sobre objetos digitais e os potenciais do tratamento de dados em acervos Message-ID: Bom dia, pessoal, Encaminho um artigo que mostra os resultados de um processo de qualificação e tratamento de dados referentes ao acervo museológico sob custódia do Museu do Índio/Funai, e outro que trata do caráter dos objetos digitais, colocando de forma bem suscinta e clara suas principais características. Ainda que tenhamos nesse grupo outro objeto (a semântica em etnobotânica), e estejamos propondo outra metodologia de trabalho (um vocabulário/tesauro), me parece que o artigo sobre o Museu do Índio aponta de forma exemplar o potencial que uma efetiva organização da informação oferece não só para melhor qualificar um acervo, mas para, principalmente, enriquecer todo e qualquer campo de pesquisa que a ele se vincule, ou que pretenda a partir de tal acervo vocabular extrair dados para produzir novos conhecimentos. É também a partir do lugar institucional do JBRJ como órgão de referência para os termos botânicos da ciência nacional que, entendo, compreender tais informações enquanto objetos de dados se revela empoderador de nossa proposta de vocabulário. A produção de conhecimento sob a forma de objetos digitais (objetos digitais são um complexo que reúne conteúdo informacional + metatados + estrutura) é algo que não se confunde com difundir o conhecimento em meio digital ou digitalizar os objetos analógicos, convertendo-os para o suporte digital. O conhecimento estruturado como objetos de dados permite, antes de tudo, um empoderamento social para além do simples acesso à informação, por possibilitar que esses objetos recebam questionamentos jamais pensados por quem os descreveu e estruturou em primeiro lugar. É, em um paralelo bem por alto, a lógica que embasa a política de dados abertos do governo federal (garantir não apenas que dados sejam acessados, mas que sejam acessados em um formato que possibilite novas comparações e correlações entre eles). Artigos em anexo: "Da extroversão dos acervos aos novos potenciais de análise da informação em processos de abertura de dados: em foco a documentação do acervo museológico do Museu do Índio/FUNAI", de Dalton Lopes Martins e Eduardo Alves Silva; e "El carácter transfigurable de los objetos digitales", de Attila Márton. Grande abraço, e nos vemos em breve! Lucas Zelesco -------------- Próxima Parte ---------- Um anexo em HTML foi limpo... URL: -------------- Próxima Parte ---------- Um anexo não-texto foi limpo... Nome: 126910.pdf Tipo: application/pdf Tamanho: 859735 bytes Descrição: 126910.pdf URL: -------------- Próxima Parte ---------- Um anexo não-texto foi limpo... Nome: 05 MARTON - The Transfigurability of Digital Objects.pdf Tipo: application/pdf Tamanho: 1113930 bytes Descrição: 05 MARTON - The Transfigurability of Digital Objects.pdf URL: From edalcin em jbrj.gov.br Thu Feb 20 11:25:34 2025 From: edalcin em jbrj.gov.br (Eduardo Couto Dalcin) Date: Thu, 20 Feb 2025 11:25:34 -0300 Subject: [EtnoData] Artigos sobre objetos digitais e os potenciais do tratamento de dados em acervos In-Reply-To: References: Message-ID: Obrigado Lucas! Dalcin Em qui., 20 de fev. de 2025 às 09:44, Lucas Zelesco < lucaszelesco em outlook.com> escreveu: > Bom dia, pessoal, > > > > Encaminho um artigo que mostra os resultados de um processo de > qualificação e tratamento de dados referentes ao acervo museológico sob > custódia do Museu do Índio/Funai, e outro que trata do caráter dos objetos > digitais, colocando de forma bem suscinta e clara suas principais > características. > > > > Ainda que tenhamos nesse grupo outro objeto (a semântica em etnobotânica), > e estejamos propondo outra metodologia de trabalho (um > vocabulário/tesauro), me parece que o artigo sobre o Museu do Índio aponta > de forma exemplar o potencial que uma efetiva organização da informação > oferece não só para melhor qualificar um acervo, mas para, principalmente, > enriquecer todo e qualquer campo de pesquisa que a ele se vincule, ou que > pretenda a partir de tal acervo vocabular extrair dados para produzir novos > conhecimentos. > > É também a partir do lugar institucional do JBRJ como órgão de referência > para os termos botânicos da ciência nacional que, entendo, compreender tais > informações enquanto objetos de dados se revela empoderador de nossa > proposta de vocabulário. > > > > A produção de conhecimento sob a forma de objetos digitais (objetos > digitais são um complexo que reúne conteúdo informacional + metatados + > estrutura) é algo que não se confunde com difundir o conhecimento em meio > digital ou digitalizar os objetos analógicos, convertendo-os para o suporte > digital. > > O conhecimento estruturado como objetos de dados permite, antes de tudo, > um empoderamento social para além do simples acesso à informação, por > possibilitar que esses objetos recebam questionamentos jamais pensados por > quem os descreveu e estruturou em primeiro lugar. É, em um paralelo bem por > alto, a lógica que embasa a política de dados abertos do governo federal > (garantir não apenas que dados sejam acessados, mas que sejam acessados em > um formato que possibilite novas comparações e correlações entre eles). > > > > Artigos em anexo: ?Da extroversão dos acervos aos novos potenciais de > análise da informação em processos de abertura de dados: em foco a > documentação do acervo museológico do Museu do Índio/FUNAI?, de Dalton > Lopes Martins e Eduardo Alves Silva; e ?El carácter transfigurable de los > objetos digitales?, de Attila Márton. > > > > Grande abraço, e nos vemos em > breve! > > > Lucas Zelesco > -- > EtnoData mailing list > EtnoData em listas.rnp.br > http://listas.rnp.br/mailman/listinfo/etnodata > -- *Eduardo Dalcin*, Ph.D. Diretoria de Pesquisas Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima ----- +55 21 98393 3344 ----- Agendar Reunião - Contato - Publicações ----- TARGET 21 "*Ensure that the best available data, information and knowledge, are accessible to decision makers, practitioners and the public*..." 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